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O sonho do Guilherme

18/06/2017



Sonhos existem e eles podem ser realizados na Fenajeep! Nesta 24ª edição, recebemos a visita de pessoas de diversas partes do Brasil, cada qual trouxe sua energia, sua torcida e seu carinho para a festa jipeira mais querida da América Latina.

São cinco dias em que todos se transformam em uma grande família, dando o seu melhor dentro e fora das pistas, nas arquibancadas, nos passeios e em todas as atividades que envolvem a Fenajeep a cada edição.
E entre tantas pessoas, conhecemos o Guilherme Prockveld Maraschi, de 9 anos, que mora aqui no ladinho de Brusque, na cidade de Gaspar. Guilherme visitou a Fenajeep pela primeira vez no ano passado, ao lado dos pais Edinei e Adriana. Mesmo com a chuva que caiu em alguns dias da edição de 2016, os três foram perseverantes, torcendo e vibrando pelos pilotos que encararam a pista. De lá para cá, a fascinação de Guilherme pela Fenajeep aumentou tanto, que ele passou a alimentar um sonho: andar de jipe na pista da grandiosa festa.

Participar da XXIV Fenajeep já estava nos planos da família, segundo Adriana, mas a ideia de tentar realizar o sonho do menino veio do pai Edinei, que entrou em contato com a equipe organizadora.
E como já dizia Raul Seixas ‘sonho que se sonha só, é só um sonho, mas sonho que se sonha junto, é realidade’. Preparamos uma surpresa para Guilherme: a tão sonhada volta de jipe ao lado do diretor de prova da Fenajeep, Claudiomir Reitz, o Kiko.
O garoto, de olhos brilhantes e jeito tímido, foi chamado pelo locutor da festa, o querido Toledo, para entrar na pista durante o intervalo das provas. Com os pais ao seu lado, Guilherme foi recebido por Kiko e entrou no jipe vermelho, com o coraçãozinho batendo mais depressa no peito. Foram alguns minutos para percorrer a pista da Fenajeep, momento em que Guilherme acenou e foi ovacionado pelo público. No microfone, Toledo falou da importância de se acreditar nos sonhos, já que são eles que nos impulsionam a fazer o melhor, e a vivermos em plenitude.
Depois da volta dada e do sonho realizado, Guilherme foi só sorrisos. Abraço no pai Edinei, na mãe Adriana, ambos muito emocionados, era a vez de apertar a mão de quem o conduziu na pista, o Kiko. “Deu um nervoso no coração, mas foi muito legal”, disse o garoto, que já está pensando em ser piloto de gaiola no futuro.
“Poder realizar o sonho dele é tudo pra gente. Não imaginava que conseguiríamos proporcionar isso pra ele algum dia. Com certeza todos os anos nossa família estará aqui para prestigiar”, disse Adriana.
Segundo Edinei, agora a torcida da família continua ainda mais forte para todos os pilotos que participam do evento e para a própria Fenajeep. “Foi incrível a atenção de todos. A festa é muito legal, demais. No ano que vem já estamos pensando até em pegar uma barraca para acampar por aqui. Obrigado a toda organização por proporcionar esse momento único pra gente”, destacou.

Depois do passeio de jipe, Guilherme voltou para as arquibancadas para torcer ainda mais pelos pilotos, mas com uma sensação diferente: ele também andou naquela pista. História que vai contar em detalhes para os amigos do 4º Ano 2 da Escola Marina Vieira Leal, de Gaspar. Ah, e o sorriso? Continuou no rosto do garoto por horas junto com aquele olhar brilhante de quem ainda não acreditava no que havia acontecido.

Valeu Guilherme! Te esperamos em 2018!